Rumo ao Senado: Vander cresce nas pesquisas e já chega ao 2º lugar, com empate técnico

Ação programática, reconhecimento de lideranças municipais, defesa da democracia e pautas de inclusão social explicam o crescimento

Um dos dados mais significativos das pesquisas sobre intenções de voto para o Senado é a escalada de crescimento do candidato Vander Loubet (PT). Em sua última consulta, divulgada na quarta-feira (9), o Instituto Ranking Brasil Inteligência constatou que o petista já alcançou o segundo lugar, considerando a margem de erro, que é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.

O Instituto entrevistou 2 mil eleitores homens e mulheres em 30 municípios de Mato Grosso do Sul entre os dias 4 e 9 deste mês. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com um intervalo de confiança estimado em 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral com o número MS-09894/2026.

Apoio popular e de lideranças

De acordo com a amostragem, Vander emplacou mais um avanço em relação à pesquisa anterior, realizada entre 23 e 27 de agosto, quando obteve 16,2% no primeiro voto. Agora, tem 18,3%, alta de 2,1 pontos. Está tecnicamente empatado com o segundo colocado, Capitão Contar (PL), que registrou 20,2%.

“Só tenho a agradecer à calorosa receptividade que recebo da população nesta caminhada. Em todos os lugares, o carinho, as palavras de incentivo e as orações recarregam as energias e redobram o ânimo”, afirmou Vander. Seu crescimento nas pesquisa é atribuído a fatores como a empatia pessoal, o frutífero trabalho na Câmara dos Deputados – liderando o volume de emendas parlamentares e recursos federais que vêm atendendo o governo estadual e as 79 prefeituras – a fidelidade ao programa partidário e a defesa da democracia.

Para Vander, à medida que sua candidatura avança, é fundamental o apoio das lideranças municipais e da grande maioria dos prefeitos, que em sua quase totalidade são de partidos de oposição ao PT e ao governo Lula. “O reconhecimento e a gratidão devem permear as relações entre pessoas e partidos. É assim que funcionam bem a democracia e os mandatos”, diz.

“Quando uma emenda parlamentar é liberada, trazendo recursos para asfalto, escola, saúde, cidadania, é a atenção às pessoas e ao lugar onde ela vive que está vigorando. Não é o deputado, não é o partido. É a relação de pessoas que fazem o que estrá ao seu alcance por outras pessoas”, conclui.

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