“Quebrada”, Prefeitura festeja 126 anos da Capital com obras de Riedel e Lula

Não fosse a disposição do Governo do Estado em apoiar, de forma vigorosa, a Prefeitura da Capital na realização de obras de infraestrutura e de serviços nas mais diversas áreas, certamente Campo Grande teria bem pouco a comemorar nesse 26 de Agosto. Isso porque, se dependesse da prefeita Adriane Lopes, pouca coisa seria entregue à população quando o município festeja seus 126 anos.

Todos os grandes investimentos feitos na Capital do Estado nos últimos anos, em diferentes setores, como infraestrutura, segurança, saúde, educação e área social, tem a assinatura do governador Eduardo Riedel ou do presidente Lula. Adriane focou e se preocupou em reajustar em índices proibitivos os seus salários e de sua equipe, incluindo aí os vereadores de Campo Grande, também “engordou” substancialmente a folha de pagamento com a nomeação de muitas centenas de apaniguados políticos, fazendo com que não houvessem recursos para promover programas mínimos como o da saúde pública, e a realização de obras importantes para a cidade.

Sorte dela, o governador Eduardo Riedel ter decidido se posicionar politicamente, aderindo aos insistentes convites da senadora Teresa Cristina, assinando a ficha do Partido Progressista, ao qual também faz parte a prefeita Adriane. Isso fez com que o Governo do Estado aumentasse, no último ano, os investimentos em obras estruturantes importantes, as quais a Prefeitura “quebrada” financeiramente, não teria como bancar de forma alguma.

Governo federal

Como tem feito em todos os recantos do País, o Governo Lula também tem apoiado, com obras e serviços importantes, direta ou indiretamente, a Prefeitura de Campo Grande. A prefeita Adriane Lopes, no entanto, – sem o mínimo senso de gratidão ou justiça – nunca admita publicamente esse apoio, se negando, inclusive, de citar o fato ou comparecer nas inaugurações de obras federais no município. Recentemente, a ministra da Cultura veio a Campo Grande, inaugurar uma obra social e cultural que esteve parada por muitos anos, e que foi concluída esse ano pelo Governo Lula. Convidada, a prefeita não compareceu. Essa, como outras obras, foram realizadas com os recursos do PAC – Programa de Aceleração do Crescimento, do Governo federal.

Obras na cidade

Somente pelo programa MS Ativo o investimento em Campo Grande chegou a R$ 286 milhões em obras concluídas nas áreas principais que fazem a diferença no dia a dia do cidadão. Apenas na área urbana foram R$ 92,1 milhões, além dos convênios estaduais com a cidade (R$ 139,5 milhões) e as obras civis (R$ 54,9 milhões).

 

 

 

Riedel entrega obra na capital

 

 

Ainda estão previstas mais R$ 153 milhões em obras civis (edifícios, construções) e R$ 171 (milhões) ao setor urbano da Capital. Somando estes investimentos chega-se R$ 610 milhões.

“Estabelecemos uma parceria com a Capital em torno de políticas públicas e investimentos que gerem resultados para as pessoas. Com parceria em setores importantes como educação, segurança, qualificação profissional e infraestrutura. Quando isto muda e faz diferença na vida do cidadão então cumprimos nosso objetivo. Campo Grande é uma cidade maravilhosa, nossa capital, que temos que valorizar cada vez mais. Vamos contribuir no que for possível”, afirmou o governador Eduardo Riedel.

Infraestrutura

Dentro deste pacote entregue desde 2023 estão obras emblemáticas, como a revitalização completa da Avenida dos Cafezais, assim como pavimentação em diversas ruas do bairro das Moreninhas, um dos maiores da cidade. Melhor qualidade de vida para quem antes lidava com poeira e lama na época de chuva.

“A obra na Cafezais ficou uma maravilha, a via era muito curta aqui no cruzamento com a Guri Marques, o que provocava muitos acidentes. Eu mesmo perdi um amigo que morreu após um acidente de moto. Com a duplicação ela ficou bem mais segura”, contou Aldemir Lourenço da Silva, comerciante da região.

Avenida dos Cafezais mudou após revitalização completa (Foto: Bruno Rezende)

Outra obra essencial foi a entrega da revitalização da Avenida Duque de Caxias, que teve investimento de R$ 35,1 milhões, com a contrapartida do Estado de R$ 27,6 milhões. Importante corredor viário que ganhou pavimentação e modernização, garantindo mais segurança e fluidez no trânsito. A inauguração foi na última sexta-feira (22).

Vários bairros da cidade foram contemplados com obras de asfalto, drenagem e recuperação de vias, entre eles Noroeste, Nashville, Caiobá, Centenário, Nova Lima, Lageado e o Nova Campo Grande, que inclusive ganhou aporte de R$ 23,5 milhões dos cofres estaduais. Muitas obras já foram entregues e outras seguem em andamento com apoio do Estado.

Na zona rural também tem a presença do Estado. A rodovia CG-150 ganha pavimentação no trecho entre a BR-262 e a ponte sobre o Ribeirão Botas, em uma extensão de 5,08 quilômetros. Dezenas de produtores trabalham na região no cultivo da lavoura e serão beneficiados com esta iniciativa.

“É o progresso chegando e, pra gente aqui que mora na chácara, é muito bom. Quando chovia, precisava esperar a água baixar para sair de casa. Com o asfalto, vai ficar mais viável trabalhar com outros produtos”, afirmou o produtor Jaime Andrade, que trabalha nas imediações da rodovia.

Curso de gastronomia no programa MS Qualifica

Qualificação e inclusão

A parceria estadual e federal com Campo Grande não está apenas nas construções, mas também na oportunidade de emprego e qualificação do campo-grandense. A cidade contou com aproximadamente 350 mil capacitações nos dois últimos anos, por meio de instituições como Sebrae, Senai, Senac, Senat, o programa “MS Qualifica”, e o aquecimento da economia e geração de empregos promovidos pelo Governo Federal.

É o caso de Breno Cézar Conturbia, tecnólogo de RH, que participou de cursos de gastronomia pelo MS Qualifica. “Atuo no ramo gastronômico, preparando massas italianas há mais de dez anos como complementação de renda. Esse trabalho extra me auxiliou a custear os estudos da minha filha. Isso me despertou o desejo de aperfeiçoar meus conhecimentos para cursar em breve, um curso de ensino superior em gastronomia”.

Para quem ainda não teve acesso a estas oportunidades, o Governo do Estado também estendeu a mão e fez seu papel para garantir inclusão. Os programas sociais têm números expressivos na Capital, pois um dos lemas da atual gestão é não deixar ninguém para trás.

No programa Mais Social são 14,6 mil famílias beneficiadas em Campo Grande com o cartão de R$ 450 por mês para compra de alimentos, produtos de higiene e gás de cozinha. O Governo do Estado inclusive faz uma “busca ativa” para encontrar quem precisa e não teve acesso ao benefício.

No bairro Los Angeles, na periferia da Capital, Angélica Jeniffer Santos recebeu a visita do programa em março e fez o cadastro para receber o cartão. Com três filhos e grávida de oito meses naquela oportunidade, ponderou que nunca tinha recebido auxílio. “Não estava nem esperando essa visita. Deus ouviu minhas preces. Preciso para comprar fralda, leite, roupa, calçado, alimentação, gás (de cozinha), tudo. Eu não tenho renda nenhuma”.

No programa “Conta de Luz Zero” são 7,3 mil famílias da Capital que não precisam pagar os boletos de energia, porque o Governo do Estado assume as contas. A cidade ainda conta com 655 beneficiados do programa “Cuidar de Quem Cuida”, que oferece um valor de R$ 900,00 ao cuidador não remunerado de pessoas com deficiência.

Já o MS Supera contempla 760 estudantes com o pagamento de um salário mínimo para incentivar sua permanência em cursos universitários, educação profissional e técnica, além de ter o objetivo de reduzir a evasão escolar.

Escola Estadual Amando de Oliveira dispõe de educação integral

Educação moderna

A Rede Estadual de Ensino recebe grandes investimentos para estruturar e modernizar as escolas estaduais. As unidades de Campo Grande fazem parte deste novo momento, que conta com escolas reformadas, dispondo de sistemas de segurança em tempo real, tecnologia à disposição e muitas já contando com ensino integral.

Na Capital 52 das 76 escolas (estaduais) já funcionam neste modelo (educação integral). O investimento em infraestrutura desde 2023 chega a R$ 103 milhões. Todas as unidades da cidade contam com videomonitoramento. A educação profissional já está disponível a 8,5 mil estudantes do município.

A economia de gastos e a produção de energia limpa fazem parte deste pacote. A SED (Secretaria Estadual de Educação) promoveu a instalação de placas solares em 40 escolas de Campo Grande, reduzindo custos, incentivando a sustentabilidade, já antenada com o futuro.

Placas solares em escolas da Rede Estadual de Ensino na Capital (Álvaro Rezende)

Outra inovação na rede foi o convênio com a MSGás para a utilização de gás natural encanado em 33 escolas da Capital. Esta parceria busca a modernidade, segurança e a praticidade nas unidades, já que aqueles velhos botijões foram substituídos por um sistema mais seguro, eficiente e prático aos profissionais que fazem todos os dias as merendas dos alunos.

Gás natural encanado nas escolas estaduais

“O gás encanado nos auxiliou bastante na parte burocrática. Diminuiu nosso trabalho em termos de licitação, cotação de preço, sem tirar a comodidade para quem faz a merenda. O pessoal da cozinha não precisa se preocupar com a troca de botijão, que são pesados, além de ter medidores da pressão do gás, o que nos deixa mais tranquilo. Fica mais seguro”, descreveu Alexandre Fagundes Damian, diretor da Escola Estadual Emygdio Campos Widal.

Com olhar atento para educação infantil, o Governo contribui com a alfabetização das crianças por meio do “MS Alfabetiza”, que somente na Capital promoveu a distribuição de mais de 67 mil exemplares de coletâneas do programa, além de fazer a premiação das escolas com bons resultados. Neste contexto ainda tem o pagamento de bolsas a colaboradores e formação continuada dos profissionais de educação.

(Da Redação)
(Com informações da Comunicação Gov MS)

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