Certamente envergonhada por não ter nenhuma obra importante para inaugurar na comemoração dos 126 anos de Campo Grande – a prefeita só conseguirá entregar reformas de praças e prédios públicos nos bairros da cidade – Adriane Lopes (PP), não compareceu a inauguração do Centro de Artes e Esportes Unificados (CEU) no bairro Lageado, uma obra do Governo Lula, que foi entregue na última terça-feira ao povo campo-grandense pela ministra Margareth Menezes. O novo equipamento social conta com biblioteca, teatro com 125 lugares, quadras de esportes, pista de skate, pista de caminhada, academia ao ar livre e espaço para jogos, entre outros. O investimento total foi de R$ 4,5 milhões através do PAC.
Popularidade cai ainda mais
Adriane Lopes vive sobre forte pressão. Especialmente depois da última pesquisa do Instituto Ranking Brasil, que apontou números que a tornam a chefe do Executivo Municipal com pior desempenho na história política de Campo Grande: com um índice de 56% de Ruim/Péssimo.
Aumento da tarifa do ônibus
Com muito pouco realizado em termos de obras, apesar de muitas promessas na última campanha política, a prefeita enfrenta sérios problemas, em especial a situação no transporte público. Depois de dar calote no consórcio das empresas responsáveis pelo transporte de passageiros, juiz da 4ª Vara de Fazenda Pública autorizou reajuste técnico da tarifa do transporte público dos atuais R$ 6,16 para R$ 7,79. Há um prazo para que a prefeita acerta seu compromisso com o Consórcio, caso contrário, o reajuste entrará em vigor no mês de setembro próximo, causando um desgaste ainda maior na “popularidade” da prefeita Adriane Lopes.
O fato de não ter comparecido ao ato de entrega do importante Centro de Artes e Esportes, nem ter enviado representante para receber a ministro da Cultura Margareth Menezes, também repercutiu muito mal para a prefeita. Autoridades e boa parte do público presente ao ato considerou “deselegante e desrespeitosa” a atitude da prefeita da Capital.







