Ação judicial tenta evitar que Adriane gaste R$ 1,7 milhão com decoração natalina

Ao mesmo tempo em cresce o descontentamento da população campo-grandense com os desmandos e a gestão equivocada da prefeita Adriane Lopes à frente da Prefeitura de Campo Grande, – hoje em situação de pré-falência – o vereador Marquinhos Trad (PDT) decidiu entrar com uma ação popular na Justiça solicitando a suspensão do gasto autorizado pela prefeita, previsto em R$ 1,756 milhão com a empresa escolhida para realizar o trabalho de iluminação natalina da Capital.

O ex-prefeito e hoje vereador Marquinhos Trad lembra que a administração pública municipal vive dias graves com a falta de recursos, o que têm impossibilitado um atendimento mais efetivo de serviços públicos essenciais, especialmente na área da saúde. O vereador argumenta ser inadmissível que se promova um gasto desse tamanho, mais de R$ 1,7 milhão, para uma obra que não representa uma prioridade. E cita, inclusive, que já existe uma lei municipal proibindo o uso de recursos públicos na decoração de fim de ano.

Marcos Trad destaca que a Lei Municipal 7.464/2025, foi sancionada pela própria Adriane. E essa lei propõe o “Natal de Luz”, mas por meio de parceria público-privada, sem a utilização de recursos públicos. Fatos como esse representam novo fator de preocupação com a gestão da prefeita Adriane: não é a primeira vez que a prefeita tenta ir contra leis que ela própria sancionou. É uma atitude que não condiz com bom senso.

É preocupante ver a chefe do Executivo Municipal adotar várias providências com vistas a reduzir despesas, inclusive reduzindo benefícios salariais de segmentos de trabalhadores da Prefeitura, e a limitação de atendimentos vitais para o povo campo-grandense e, ao mesmo tempo, autorizar despesas consideradas não prioritárias. E o pior, que já foram desautorizadas por projeto de lei vindo da Câmara Municipal e que foi sancionado pela própria Adriane Lopes. É incoerente e descabida esse tipo de postura da prefeita, ainda mais em um momento de extrema gravidade para as finanças do município, quando o pagamento do 13º salário dos servidores – que exige desembolso significativo – se aproxima.

(Da Redação)
(foto divulgação)

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