Gestão calamitosa de Adriane Lopes gera protestos desesperados de mães atípicas

O vergonhoso caso das mães atípicas, profundamente desrespeitadas pela prefeita Adriane Lopes e pelo presidente da Câmara Municipal de Campo Grande, o Papy, é somente a ponta de um calamitoso iceberg que se transformou a administração municipal de Campo Grande. O desastre que se configura a gestão de Adriane Lopes, atinge diversas áreas da administração pública, inclusive pontos nevrálgicos como a gestão do transporte público, o descontrole completo da saúde pública, que não se restringe somente as unidades municipais de saúde, mas também a Santa Casa de Campo Grande.

O descontrole das finanças públicas – problema crônico desde a gestão anterior da prefeita – se agrava e somente complica ainda mais o desenvolvimento de ações básicas da municipalidade, como a compra de remédios para os postos de saúde ou a manutenção de serviços gerais em diversas áreas da administração e o custeio de secretarias.

Recursos só existem quando se trata de reajustar salários de funções do primeiro escalão e de funcionários contratados em cargos de comissão que provocaram, por exemplo, um aumento de 5,6% na folha da Prefeitura somente no período de janeiro a agosto deste ano de 2025.

Na última terça-feira (30), a secretária de Finanças da Prefeitura de Campo Grande, Márcia Helena Hokama, foi à Câmara Municipal (foto) e fez explanação sobre as despesas no primeiro semestre ao ano e pouco explicou para os vereadores da oposição que se manifestaram surpresos com o tamanho das despesas com pessoal, quando é sabido que faz três anos que os servidores municipais efetivos não tem qualquer reajuste. Pelo contrário, o que houve foram cortes de alguns antigos benefícios e direitos adquiridos de algumas categorias. Ela não quis comentar nada, por exemplo, dos reajustes aprovados pela Câmara Municipal para o salário da prefeita, da vice-prefeita e do secretariado todo, inclusive o do salário dela própria.

Mães atípicas

Na terça-feira (30) também, a Secretaria de Saúde do município prestou esclarecimentos sobre as atividades dos primeiros meses do ano, oportunidade em que houveram manifestações desesperadas, muitas acusações contra a prefeita, por parte de mães atípicas que denunciaram as péssimas condições que tem enfrentado para atender seus filhos, pelo total descaso da Secretaria de Saúde. Situações degradantes, pela falta de medicamentos, de fraldas, de atendimento médico e odontológico foram denunciadas, com mães chorando e gritando desesperadas no recinto da Câmara Municipal.

O presidente da Câmara Municipal, vereador Papy também foi alvo do desesperado protesto das mães que o acusaram de se omitir frente ao problema. Acusaram Papy de omissão no comando da Câmara, afirmando que a maior parte dos vereadores se tornaram verdadeiras “vacas de presépio” ao deixarem suas funções de vigilância das ações da prefeita e seu secretariado, para se limitarem a aplaudir Adriane Lopes e se omitirem de suas responsabilidades.

Apoio à incompetência

Campo-grandenses presentes no plenário da Câmara Municipal também comentaram a situação argumentando que é muito grave tudo o que tem acontecido na Prefeitura da Capital do Estado, nesta segunda administração de Adriane Lopes. A angústia, afirmam, é o fato da prefeita passar a contar com o apoio de outras lideranças políticas importantes, como o próprio Governador do Estado, Eduardo Riedel, da senadora Teresa Cristina, do presidente da Câmara, Papy. Todos de olhos fechados, sem ação, frente ao acúmulos de erros e absurdos da atual administração municipal. O apoio aos desmandos e à incompetência da prefeita. Houve quem comentasse, também, o fato da prefeita Adriane contar com a imobilidade da Justiça frente a todas as calamidades.

(Da Redação)
(foto divulgação)

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