Se ser atendido em hospitais ou unidades de saúde de Campo Grande já é bem difícil, pela inoperância e incompetência da Prefeitura da Capital, capitaneada por Adriane Lopes, a partir de segunda-feira (18), a situação vai se agravar ainda mais. Ocorre que o Pronto Atendimento Médico (PAM) que vem sendo prestado pelo Hospital Regional de MS, deixará de funcionar para as chamadas “demandas espontâneas”.
O secretário estadual de Saúde Maurício Simões Corrêa, foi quem fez o anúncio dessa decisão, frisando que o atendimento a partir dessa segunda vai se restringir aos casos de urgência e emergência, e encaminhados pela Central de Regulação.
Levando-se em conta o péssimo atendimento que vem sendo prestado pela Prefeitura de Campo Grande nas unidades e postos de saúde, e sem o badalado, Hospital Municipal prometido antes da eleição, agora os campo-grandenses ficam sem nenhum hospital para atendimento gratuito.
O secretário, de forma surpreendente, justificou a decisão como uma “otimização do uso do Hospital Regional”. Conforme salientou, trata-se de um “hospital de alta complexidade e que não tem cabimento atender um eventual transeunte com dor de barriga ou unha encravada”.
Por fim, o secretário orientou que a população procure as Unidades de Saúde ou as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), onde os necessitados tem tido atendimento bastante ineficiente por parte da Prefeitura da Capital. Apesar da decisão, o secretário Maurício Simões fez questão de esclarecer que o Governo estadual deseja ser copartícipe da regulação de urgência e emergência, reconhecendo a autoridade dos municípios. E destacou o plano de reorganização do PAM do HRMS, que está em execução, e onde estão sendo investidos R$ 2,2 bilhões.







